Confesso que foi bem difícil assistir esse filme. Não sei se é porque eu fui com muita expectativa, por ter lido ótimas críticas sobre ele e pelo trailer ter me encantando, só sei que assistir aos vinte primeiros minutos foi um tremendo sacrifício. Cheguei a dar pause várias vezes, sair da exibição, ver outros títulos, mas sismei que tinha que ver até o final, então respirei fundo e dei o play novamente.
Ao ler a sinopse, ele me parecia bem interessante e diferente. A história é sobre Willian, um jovem de 28 anos que, resolve voltar às suas origens, Copenhagem, para encontrar o seu avó e entregar uma carta a ele escrita por seu pai. Durante a sua saga em encontrar o avó, ele conhece , uma jovem dinamarquesa que, se solidariza com a sua causa e resolve ajuda-lo.
Bacana né? Mas então, não é bem assim que a história acontece. Inicialmente, o personagem principal, Willian, não passa de um cara boçal e imaturo que só pensa nele mesmo. Seus diálogos se resumem a reclamar do amigo que o acompanha na viagem, reclamar que não entende nada de dinamarquês e que pensava que conseguiria mais aventuras sexuais em Copenhagem do que estava realmente conseguindo. Isso se resume a quase 15 minutos de filme. Péssimo. Depois, o filme começa a melhorar um pouco quando finalmente ele conhece Effy, uma jovem que trabalhava em um café ao lado de seu hostel.
Effy se encanta com a missão de Willian e decidi ajuda-lo a encontrar o seu avó. Neste momento, começam várias passagens bonitas por vários pontos turísticos de Copenhagem e para tornar o passeio mais interessante, Effy decidi rememorar as fotografias que Willian tinha de seu pai, quando ele ainda era pequeno, então, a cada ponto turístico ela o obrigava a fazer a mesma pose para ser fotografado. Esse é a auge do filme! A Effy é uma fofa e faz de tudo para ajudar o chato e reclamão do Willian. Além disso, a atriz conseguiu captar a essência da personagem, fazendo com que a gente tenha a sensação que Effy é aquela nossa amiga bacana, sempre disposta a ajudar.
Até que, lá para o final do longa, ele finalmente começa a dar valor aos sacrifícios da Effy e começa a se encantar por ela. Mas ele descobre um detalhe sobre a vida dela que faz ele recuar sobre qualquer sentimento que estivesse sentindo e passa a trata-la de outra forma. Então, o filme promete uma coisa que não cumpre. Não teve nenhuma passagem de fato marcante, o casal não acontece, o personagem principal é um egocêntrico, nenhuma frase marcante entre os diálogos… Resumindo: uma perda de tempo, apesar do elenco ser excelente e ter uma ótima atuação.
Para quem quiser assistir e comprovar que eu estava certa, ou errada, ele está disponível no Netflix mas também pode ser assistido online no Rede Canais Filmes.
post orginal e trailer:
https://regandoplantinhas.com.br/2016/04/28/resenha-critica-filmes-copenhagem/

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